sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Daqui a pouco levantas-te, depois de descansares de uma noite passada a conservar vidas, vens até à sala acesa pelo sol onde agora escrevo o que não sabes, debruças-te sobre mim, deitado neste sofá com o frio de uma tarde limpa de Inverno, e depositas-me um beijo que agoniza a solidão. Ouço os teus passos, são o eco da escrita.

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