segunda-feira, 1 de setembro de 2014


Agora que espero o refrigério da linhagem e que dôo o nó cego da sabedoria, sei que a minha coroa ainda envelhece nas cãs do pai.

*

E a tarde é o espelho da manhã sob o escrutínio de um sol exangue. Teço o fio do meu canto, faço o meu desespero participar da imobilidade. Penso com todo o peso da minha vida naquela que amo e na linha púrpura que a liga a outra vida onde também vivo.

1 comentário:

benjamim machado disse...

para quando o miúdo?

um abraço desde berlim