sábado, 31 de agosto de 2013

O comboio abre caminho pelo verdura no centro da paisagem. Há papoilas nas ribanceiras, há árvores no topo em desafio: também eu era corajoso se me prendesse a terra. Chegamos ao Vale, penúltima estação. Há cães e casas e a fundura do rio para os que acusam a depressão. Há ao longe a ponte para os que se julgam Deus e querem descer aos homens. Há o comboio e a soleira da última estação. Santarém.

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