domingo, 16 de dezembro de 2012

Gustave Doré, L'énigme, 1871

Édipo, o enigma és tu mais o que em ti propende para a desolação. Vê, instaurei a peste para que viesses: em tudo amas a aridez do teu próprio coração. Vencedor da esfinge, falta-te vencer o que em ti se perde.

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