sexta-feira, 9 de abril de 2010

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Os novíssimos (e canonizados) poetas da vontade doente, do derrotismo congénito, do verso desiludido, do ânimo conspurcado e da coragem atrofiada, nem por isso deixam de encher os seus livros de poemas com dedicatórias aos amigos. Uma pessoa verdadeiramente generosa nunca ofereceria nada que desprezasse.

1 comentário:

Anónimo disse...

que raio de leitura.